5 mulheres incríveis que Game of Thrones não mostra

Postado por - quarta-feira, março 08, 2017


Se você só assiste Game of Thrones, certamente percebeu a complexidade da trama, dos personagens e das interligações entre eles de modo geral, que são de cair o queixo. Se você leu os livros, sabe que a série é brincadeira de criança se comparada à obra literária: muito mais detalhada, com muitos mais questões intrínsecas e mensagens nas entrelinhas. Por fim, se você é aquele tipo de fã que procura consumir todo tipo de material que sai sobre a saga, tem a absoluta certeza de que a criação de Martin é de uma profundidade indescritível e inimaginável. São tantas tramas e subtramas unidas, tanto passado e presente, que não consigo nem começar a pensar em como alguém pôde criar isso tudo sem perder a cabeça no meio do processo.
Como hoje, 08 de março, é o Dia Internacional da Mulher, achei bem digno trazer aqui à vocês cinco personagens femininas do universo de As Crônicas de Gelo e Fogo que não foram exploradas nos livros da saga. São mulheres vez ou outra mencionadas pelos próprios personagens, e que nos são melhores apresentadas na enciclopédia do universo de Martin, intitulada Mundo de Gelo e Fogo. Todas são memoráveis e não estão aqui por serem virtuosas e perfeitas - algumas tinham seus momentos de bruxas e outros momentos de fadas, comprovando a máxima de George R. R. Martinseus personagens não se dividem entre bons ou maus, e sim fazem parte de um único grupo - o dos humanos.


Rhaenyra Targaryen


Rhaenyra ficou conhecida como a Alegria do Reino. Foi a primeira filha de Viserys I Targaryen, e a única a sobreviver do casamento deste com Aemma Arryn. Quando tinha apenas oito anos de idade, Viserys a nomeou sua herdeira, contrariando o Grande Conselho de 101 dC, quando se decidiu que o Trono de Ferro jamais teria uma rainha. Ainda que mais tarde tenham nascido outros herdeiros de seu segundo casamento, Viserys jamais reviu sua decisão de nomear Rhaenyra como sucessora. Ele inclusive destituiu Sor Otto Hightower de sua função como Mão do Rei quando este começou a importuná-lo, perguntando incessantemente sobre a questão. Rhaenyra continuou sendo herdeira ao trono até o momento em que seu pai pereceu.
Quando Viserys morreu, Otto colocou o meio-irmão mais novo de Rhaenyra, Aegon II, no Trono de Ferro. Foi o estopim da Dança dos Dragões, embora possamos afirmar que as sementes para essa guerra civil foram plantadas desde o momento em que Viserys optou por ignorar as deliberações do Grande Conselho. Quando o pai morreu e o irmão foi coroado, Rhaenyra estava em Dragonstone dando à luz o sexto filho (natimorto). À esta altura, todos os defensores e aliados da princesa em Porto Real (conhecidos como Negros) estavam aprisionados ou mortos.
Àquela época, as crianças Targaryen, ao nascer, recebiam ovos de dragão, então a maioria tinha a própria criatura. Lucerys Targaryen (segundo filho de Rhaenyra com Laenor Velaryon), acabou morto por Aemond Targaryen (filho mais novo da Rainha Alicent com o Rei Viserys). Aemond, montando Vhagar, matou Luke e seu dragão, Arrax, que despencaram dos céus no mar e nunca mais foram vistos. Esta ficou conhecida como a primeira morte na Dança dos Dragões, e para vingar-se, Daemon (à época marido de Rhaenyra) enviou um assassino à Fortaleza Vermelha, que tirou a vida do herdeiro e filho mais velho de Aegon II.
Enfim, Rhaenyra, que um dia foi conhecida como Alegria do Reino, mostrou-se um terror enquanto esteve no poder. Ainda que seu reinado tenha durado pouco, recebeu a carinhosa alcunha de “Rei Maegor de Tetas”. Foi um governo tão bruto, violento e truculento que os próprios plebeus voltaram-se contra a rainha. Revoltados, protagonizaram o Assalto ao Fosso dos Dragões, evento cruel que tirou a vida das quatro criaturas que estavam em Porto Real: Shrykos (que pertencia a Jaehaerys Targaryen), Morghul (que pertencia a Jaehaera Targaryen), Tyraxes (do príncipe Joffrey Velaryon, que morreu ao tentar resgatar o dragão) e Dreamfyre (pertencente à esposa-irmã de Aegon II, Helaena Targaryen, que à esta altura já havia cometido suicídio).


O ASSALTO AO FOSSO DOS DRAGÕES POR PAOLO PUGGIONI.
A princesa Rhaenyra, totalmente destroçada emocionalmente após o Assalto, correu para os braços daquele que imaginou ser seu refúgio, Dragonstone. O que ela não sabia é que durante o tempo em que esteve em Porto Real, após derrotar Aegon II, o meio-irmão estabeleceu-se em Dragonstone e pôde recuperar as forças. Quando a princesa chegou na ilha, foi traída por Sor Alfred Broomer e teve o restante de sua Guarda Real assassinada. Aegon II Targaryen entregou Rhaenyra para ser devorada por Sunfyre na frente do próprio filho desta, Aegon III, e assim a outrora Alegria do Reino encontrou seu triste fim.
RHAENYRA E SUNFYRE, ENQUANTO AEGON III É FORÇADO À ASSISTIR A MORTE DA MÃE.



Alicent Hightower


Alicent era filha de Otto Hightower. À época em que seu pai foi nomeado Mão do Rei pelo Rei Jaehaerys I (que governou anteriormente à Viserys I), chegou em Porto Real com apenas quinze anos. Quando o rei estava perto de morrer, Alicent tornou-se sua companhia (sem segundas intenções aqui), distribuindo-lhe cuidados e afeto, lendo todos os dias antes que Jaehaerys dormisse. Jaehaerys morreu, e Viserys I assumiu.
Quando a primeira esposa de Viserys faleceu, o Conselho recomendou que o novo rei tomasse Laena Velaryon como mulher, para assim fortalecer os laços entre as casas. O rei, porém, recusou-se, preferindo pedir a mão de Alicent. O casamento aconteceu e durante algum tempo, Rhaenyra e Alicent, madrasta e enteada, se deram muito bem. Até o momento em que a rainha teve os próprios filhos.
Veja bem, havia aí um conflito de interesses. Antes de ter herdeiros do sexo masculino, Viserys nomeara Rhaenyra como sucessora, como já dito acima. O fato de o rei não ter retificado a ordem mesmo depois de Alicent ter dado à luz a dois filhos homens a incomodou imensamente. A rainha começou a odiar a princesa, ódio esse que progressivamente foi sendo correspondido.
Quando Rhaenyra completou dezesseis anos, o pequeno conselho começou sua busca por alguém com quem a princesa pudesse casar-se. A rainha sugeriu o próprio filho mais velho, Aegon, mas Viserys recusou, pois sabia das verdadeiras intenções de Alicent – garantir o Trono de Ferro para seu herdeiro. Daí você pode imaginar a ambição da Hightower. As desavenças e provocações entre a rainha e a princesa perduraram até o fim da vida de ambas.Enfim, Rhaenyra, que um dia foi conhecida como Alegria do Reino, mostrou-se um terror enquanto esteve no poder. Ainda que seu reinado tenha durado pouco, recebeu a carinhosa alcunha de “Rei Maegor de Tetas”. Foi um governo tão bruto, violento e truculento que os próprios plebeus voltaram-se contra a rainha. Revoltados, protagonizaram o Assalto ao Fosso dos Dragões, evento cruel que tirou a vida das quatro criaturas que estavam em Porto Real: Shrykos (que pertencia a Jaehaerys Targaryen), Morghul (que pertencia a Jaehaera Targaryen), Tyraxes (do príncipe Joffrey Velaryon, que morreu ao tentar resgatar o dragão) e Dreamfyre (pertencente à esposa-irmã de Aegon II, Helaena Targaryen, que à esta altura já havia cometido suicídio).
Lembra daquele breve período em que Rhaenyra esteve no poder em Porto Real? Alicent foi aprisionada assim que a princesa tomou o controle. A linhagem da Hightower não prosperou. Aemond e Helaena, seus filhos, morreram durante a Dança dos Dragões, e Aegon II morreu um semestre depois de entregar Rhaenyra à Sunfyre. A sua única neta restante, Jaehaera Targaryen, que casou com Aegon III (filho de Rhaenyra, o mesmo que assistiu a morte da mãe) como parte de um acordo de paz, nunca teve filhos. Jaehaera tinha apenas oito anos quando casou, e dez quando cometeu suicídio ao jogar-se da Fortaleza de Maegor.

Resultado de imagem para Aegon III jaehaera



Baela Targaryen



Baela foi a filha do príncipe Daemon Targaryen e da senhora Laena Velaryon, a segunda esposa de Daemon (antes de Rhaenyra). Nasceu em Pentos com a irmã gêmea, Rhaena, durante a fuga empreendida por Daemon e Laena logo após estes se casarem secretamente.
Apesar de Daemon e Viserys I Targaryen terem brigado há algum tempo, quando o casal retornou a Westeros com as filhas Daemon pediu que o rei as abençoasse, o que este fez sem pestanejar em razão de ainda amar o irmão. Pouco antes, a princesa Rhaenyra Targaryen havia dado à luz Jacerys Targaryen, de modo que Baela ficou prometida a ele, seu primo.
O que mais chamou atenção na história de Baela, apesar de seu pouco tempo de vida, foi exatamente a coragem que herdou da mãe e do pai, ambos domadores de dragões. Enquanto Daemon se tornou conhecido pela valentia, ficou reconhecido que Laena Velaryon, em seus últimos instantes de vida, tentou montar seu dragão, Vhagar, antes de sucumbir. Baela não chegou a conhecer a mãe, que morreu três dias após dar à luz, mas certamente herdou dela toda a garra que possuiu.
Baela Targaryen quase pereceu aos catorze anos durante um “duelo de dragões” com seu primo, Aegon II Targaryen, e o dragão deste, Sunfyre, conhecido como a mais bela das criaturas a voar sob o céu westerosi. O embate ocorreu logo após o final da guerra civil conhecida como Dança dos Dragões, em Dragonstone. Enquanto Aegon conseguiu saltar das costas de Sunfyre no último instante, o que acabou por estilhaçar suas pernas, Baela não teve a mesma sorte e caiu com Moondancer, que morreu logo em seguida. Antes, no entanto, que a moribunda princesa fosse assassinada de vez por Sor Alfred Broome, Sor Marston Waters retirou a espada das mãos do homem e poupou a vida de Baela.
Sabe-se que Baela foi salva e curada, e que se casou com seu primo, Lorde Alyn Velaryon. Mereceu uma menção aqui justamente por sua coragem em enfrentar, aos catorze anos, o primo mais velho, completamente sozinha, pois todos já haviam passado para o lado de Aegon II Targaryen, traindo o pai da garota, Daemon.


Princesa Nymeria


Você já conhece Nymeria. E ao mesmo tempo talvez não conheça. Sim, a loba de Arya Stark recebeu esse nome, e foi exatamente por conta de Nymeria, que ficou conhecida como princesa/rainha guerreira*.
A roinar, princesa de Ny Sar, se fez notar num momento de conflito intenso entre os roinares e os valirianos. Os povos de Roine eram conhecidos por seu orgulho e independência, e foram essas duas características que arruinaram a todos. Enquanto os senhores de Valíria não hesitavam em pedir ajuda uns aos outros e mesmo a outras raças para travar as guerras, os roinares não prestavam auxílio nem entre si, cada um encarando sua própria luta. Com isso, mais perdiam as batalhas do que ganhavam. Foi então que o príncipe Garin de Chroyane propôs a todos os roinares que se unissem contra a ameaça valiriana. Tudo deu certo na primeira batalha, quando havia apenas três dragões... O problema foi na seguinte, quando os senhores de dragões trouxeram, segundo relatos, mais de trezentas das criaturas.
OS ROINARES ENCARANDO O PODER DA CIDADE FRANCA.

Nymeria foi a única princesa a se opor à ideia de Garin, já supondo que não daria certo. Quando recebeu a notícia da derrota do príncipe, a mulher reuniu o máximo de mulheres, crianças e idosos que conseguiu e colocou todos em mais de dez mil navios, segundo relatos, fugindo da ameaça dos dragões e seus senhores. Enfrentou muitas adversidades, tanto humanas quanto naturais, e mais uma série de pequenas guerras em cada lugar que tentava se estabelecer (por isso ficou conhecida como princesa guerreira), até enfim encontrar um novo lar definitivo para seu povo.
Foi apenas quando seguiu para Westeros e aportou em Dorne, com uma frota muito ínfima se comparada ao número original, que Nymeria sossegou. A princesa deparou-se com uma terra pobre, em que vários nobres e reis de menor porte brigavam entre si por cada metro quadrado da terra. Mors Martell, Senhor de Lançassolar, afastou-se das guerras assim que colocou os olhos em Nymeria, pois apaixonou-se pela princesa.
Nymeria e Mors Martell casaram-se, e assim fizeram os seus povos. Os súditos da princesa que chegaram em Dorne uniram-se aos dorneses, constituindo família e fincando raízes. O que Dorne é nos dias atuais deve muito àquela união entre a princesa de Ny Sar e o Senhor de Lançassolar. Mesmo após a morte de Martell, Nymeria ainda casou-se mais duas vezes, mas o que ficou incontestável nos anais da história foi o fato de que a princesa sempre tratou-se da verdadeira governante, enquanto seus maridos eram meros conselheiros.
NYMERIA E MORS MARTELL.
*Princesa/rainha eram títulos similares na cultura roinar, de modo que não fazia diferença chamar Nymeria de Rainha ou Princesa.


Shiera Seastar


Shiera foi a última dos Grandes Bastardos de Aegon IV, o Indigno; logo, foi irmã de BlackfyreBloodraven e Bittersteel. Nascida da última amante do rei, Serenei de Lys, Shiera foi considerada uma das mulheres mais lindas dos Sete Reinos – senão a mais bela de todas. Sedutora, além dos cabelos típicos de uma Targaryen, a mulher possuía uma singularidade: olhos bicolores, sendo um azul e o outro, verde. Como a sua mãe era uma conhecida manipuladora de artes das trevas, suspeitava-se que Shiera herdara essas habilidades, bem como que banhava-se com sangue de virgens para manter sua beleza e aparência jovem.
Shiera é mais conhecida entre os leitores como a possível única mulher que Brynden Rivers amou em vida. Em A Dança dos Dragões, o vidente verde afirma à Bran Stark que houve uma mulher que ele desejou. Poderia ser qualquer uma, não fosse o easter egg em O Cavaleiro dos Sete Reinos, quando Egg (Aegon V Targaryen) replica a crença de que Shiera banhava-se em sangue de virgens, acrescentando que ela era a paixão de Bloodraven/Brynden.
BRYNDEN RIVERS/BLOODRAVEN E SHIERA SEASTAR.

– Talvez eu não saiba sobre senhoras nobres, mas conheço um garoto que está pedindo por um bom tapão na orelha. – Dunk apertou a nuca. Um dia usando cota de malha sempre o deixava duro como madeira. – Você conhece rainhas e princesas. Elas dançam com demônios e praticam artes negras?
– A Senhora Shiera sim. Amante de Lorde Corvo de Sangue. Ela se banha em sangue para manter a beleza. E uma vez minha irmã Rhae colocou uma poção do amor na minha bebida para que eu me casasse com ela no lugar de minha irmã Daella.
Shiera nunca se casou de fato, embora muitos tenham lutado pelas suas mãos, inclusive matando uns aos outros, para estar ao seu lado. O mais apaixonado sem dúvida foi Bloodraven, que competia pela atenção e amor da bastarda com o próprio irmão, Bittersteel. Segundo Barristan Selmy, o fato de ambos amarem Shiera fez o reino sangrar.



Teorias sobre Shiera Seastar


Em que pese haver poucas informações da personagem, há muitas teorias que a envolvem. Uma delas é que pode ser a mãe de Melisandre. O primeiro argumento que embasa a tese é a semelhança óbvia entre as duas. Ambas são descritas como esguias, de seios fartos, com os rostos em formato de coração e possuindo uma beleza tão estonteante que é difícil desviar o olhar.
A teoria vai mais além. Como ninguém sabe exatamente o que aconteceu à Shiera, pode-se presumir que decidiu ir para o Leste, tentando chegar a Lys (de onde Serenei, sua mãe, era), ocasião em que foi capturada e vendida como escrava. Isso explicaria porque Melisandre, como sabemos, foi escrava na infância. Duas poderiam ter sido as motivações para a fuga de Shiera: a demonização e condenação de bastardos que se tornou comum na Era Blackfyre, ou a tentativa de esconder de Maekar e da corte no geral uma possível criança que carregava no ventre, quem sabe gerada por Bloodraven.
Aqui, vamos considerar um pouquinho da série. Apenas imagine que o que vimos na sexta temporada – uma Melisandre velha sem o colar de rubi – seja real também nos livros. Isso tornaria ainda mais provável a possibilidade de que a sacerdotisa vermelha seja filha de Shiera Seastar. Ademais, sua habilidade com as artes das trevas podem ser hereditárias. Talvez tenha herdado da mãe, que herdou de Serenei. Por que não? Manipular o oculto para manter a aparência jovial e bela recorda exatamente ao que se dizia sobre Shiera, e é o que Melisandre faz.
COMO ESQUECER, NÉ?
Enfim, há muita coisa a ser destrinchada sobre essa teoria específica. Se você quer saber um pouco mais sobre, comente aí embaixo ou mande um corvo. Quem sabe não tenha aqui uma postagem especial dedicada à Melisandre?

Há outra teoria, ainda, que diz que Shiera Seastar seria Quaithe. Como dito anteriormente, mãe e filha eram conhecidas por usar artes das trevas e o oculto para manterem-se belas e jovens. Havia rumores, inclusive, de que Serenei seria mais velha do que o próprio rei. A teoria alega que Shiera poderia muito bem ter utilizado feitiçaria para manter sua aparência por tantos séculos. A máscara de Quaithe nada mais seria que uma forma de Shiera ocultar a sua famosa aparência – afinal, seus cabelos Targaryen e os olhos descombinados continuam conhecidos como sendo apenas seus, de modo que seria facilmente reconhecida. Quaithe conhece muitos idiomas e é inteligente – características estas que eram atribuídas à Shiera desde a infância.


A parte mais legal dessa teoria é que, se ela se confirmar, temos dois amantes aconselhando os lados mais importantes da guerra que está por vir, talvez manipulando-os para travar a própria guerra. De um lado, Bloodraven guia Bran; de outro, Quaithe conduz Daenerys. Ainda nesse viés, estariam presentes no contexto atual Bittersteel (através da Companhia Dourada) e Blackfyre (através do jovem Aegon). Os Grandes Bastardos de Aegon, de um modo ou de outro, ainda vivem. Talvez isso seja o mais interessante na teoria, e o motivo de eu preferi-la à anterior, ainda que tenha menos evidências.
A última teoria – e mais engraçada, em minha opinião – diz que Shiera Seastar seria a Velha Ama. É... Acho que podemos encerrar por aqui.

Resultado de imagem para old nan game of thrones gif
COMO NUNCA PENSEI NISSO ANTES?


As fontes para esse post lindão, que eu particularmente amei fazer, foram: Reddit, A Wiki of Ice and Fire Wiki, Game of Thrones BR Wiki e, claro, O Mundo de Gelo e Fogo. Se você gostou da postagem, deixa um comentário e uma curtida aí pra gente saber e sempre trazer esse tipo de material para o Me Livrando 💜




Você também pode gostar de:

0 comentários